BebéApp: Aplicação para ajudar pais a lidar com febre, diarreia e vómitos em crianças

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Ficha Técnica

Título oficial ou abreviatura Bebé App
Descrição do recurso A BebéApp é uma aplicação móvel gratuita que inclui 3 das 10 situações clínicas mais frequentes nos serviços de urgência pediátricos: febre, diarreia e vómitos. Pretende ajudar os familiares e cuidadores a lidar melhor com situações frequentes de recurso aos serviços de urgência pediátricos (SUP), contribuindo para um uso mais racional dos mesmos e promovendo o uso racional de antibióticos. Esta aplicação é compatível com os sistemas operativos mais comuns em Portugal (Android e iOS) e foi otimizada para uso nos dispositivos móveis mais comuns
Pertinência do recurso Em Portugal, a maioria dos recursos ao serviço de urgência pediátricos (SUP) são classificados com uma prioridade baixa (verde ou azul). O recurso excessivo aos serviços de urgência tem um forte impacto nos recursos humanos e no orçamento da saúde e requer a adoção de várias abordagens. A equipa acredita que é importante não só capacitar os cuidadores para lidar com situações de febre, diarreia e vómitos de crianças como abordar estas situações sob uma perspetiva sintomática. Assim, a App promove implicitamente o uso racional de antibióticos, muitas vezes utilizados de forma inadequada. Este é um projeto da sociedade civil, sem fins lucrativos, destinado à promoção de um uso racional dos serviços de saúde.
Fase do percurso de vida Nascer com saúde, Crescer com segurança
Nível de literacia digital Avançado (aplicações móveis, websites complexos, artigos científicos)
Público(s)-alvo e contexto O recurso destina-se a todos aqueles que prestam apoio individual ou institucional a crianças, incluindo pais, cuidadores, profissionais de saúde, profissionais de creches e de escolas.
Instituição(ções) promotora(s) e sua localização Banco do Bebé (Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa); Vida Norte (Porto); Fundação Millenium BCP (financiador do projeto)
Autor(es) e informações sobre a sua idoneidade Coordenador do Projeto: Bernardo Ferreira (Médico especialista em Medicina Geral e Familiar, membro da Equipa Coordenadora Regional da Rede Nacional de Cuidados Continuados e Integrados na ARS-LVT), colaborador do Serviço de Urgência de Pediatria do Hospital São Francisco Xavier); Colaboradores: Prof Paulo Oom (Director do Serviço de Pediatria do Hospital Beatriz Ângelo), Dra Rita Machado (Pediatra no Hospital Dona Estefânia), Dr Vasco Freire (Médico de Família na Unidade de Saúde Familiar dos Lóios, integra a unidade coordenadora funcional do ACeS Lisboa Central para a Saúde Materno-Infantil). A Bebéapp foi testada por vários médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar (João Santos, José de Brito, Catarina Rino, Pedro Alves), Pediatria (Teresa Guimarães, Joana Caetano, Rita Monteiro) e Saúde Pública (Nuno Rodrigues), entre outros.
Declaração de conflito de interesses

A app foi financiada por uma instituição sem fins lucrativos e sem interesses comerciais relacionados com o sector da saúde.
Nenhum dos colaboradores tem interesses comerciais na comercialização do único fármaco recomendado em DCI (Paracetamol).

Data 2016
Fundamentação científica A app inclui 3 algoritmos com 3 das 10 situações clínicas mais frequentes nos serviços de urgência pediátricos. Utiliza evidência científica proveniente de guidelines internacionais (ex: guideline da NICE para a abordagem da Febre na Criança; Guideline de abordagem da Gastroenterite na criança). O único fármaco citado (Paracetamol) é de venda livre e a determinação da dose é feita de acordo com o Resumo das Características do Medicamento da autoridade nacional para o medicamento (INFARMED). Os conteúdos foram adaptados à realidade portuguesa por um grupo restrito de médicos. Os algoritmos foram submetidos à aprovação por enfermeiros especialistas em saúde infantil e médicos especialistas em Saúde Pública, Pediatria e Medicina Geral e Familiar de diferentes instituições de saúde. A “user-experience” da aplicação e a linguagem foram ainda avaliadas em 2 grupos-foco com famílias carenciadas do Porto". A App foi depois trabalhada para ser mais inteligível sem comprometer o rigor da informação.


O recurso pode ser acedido e utilizado livre e gratuitamente? Sim
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